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FETRAM participa de mobilização em Brasília pela aprovação de PEC´s

Pec's 14, 18 e 19 - valorização aos trabalhadores ACS, ACE e ENFERMAGEM
Por SECOM FETRAM terça-feira, 17 de março de 2026 | 15h06m

A FETRAM, em nome de seu presidente, Joenesson de Sousa Santana, participou nesta terça-feira de uma grande mobilização em Brasília ao lado de Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Agentes de Combate às Endemias (ACE), em defesa da aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 18.

Durante a agenda na capital federal, trabalhadores e trabalhadoras de todo o país estão envolvidos em uma intensa programação de atividades. Entre as ações realizadas, destacam-se visitas aos gabinetes no Senado Federal, além da entrega de uma carta aberta aos parlamentares, reforçando a importância da proposta para a categoria.

A mobilização reúne profissionais que atuam diretamente nas comunidades, desempenhando um papel fundamental na atenção básica e no fortalecimento do serviço público de saúde. A carta entregue aos senadores solicita apoio à aprovação da PEC 14 e 18, considerada essencial para o reconhecimento e valorização desses trabalhadores.

A proposta trata de dois pontos centrais para a categoria: a aposentadoria especial após 25 anos de serviço, como forma de reconhecer o desgaste físico e os riscos enfrentados diariamente, e a garantia do vínculo com a administração direta, fortalecendo a estabilidade profissional.

Os ACS e ACE têm atuação decisiva no Sistema Único de Saúde (SUS), realizando ações de prevenção, orientação e acompanhamento das famílias em todo o Brasil.

Para a Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (CONFETAM/CUT), a aprovação da PEC 14 representa um avanço significativo na luta por justiça, reconhecimento e dignidade para os profissionais da saúde pública.

A mobilização rendeu a aprovação da PEC 18 na CCJ da Câmara dos Deputados

Na mesma data houve também uma manifestação pública pela aprovação da PEC 19/2024, em tramitação no Senado, a qual visa vincular o piso salarial nacional da enfermagem (enfermeiros, técnicos, auxiliares e parteiras) a uma jornada máxima de 30 horas semanais, garantindo reajuste anual pela inflação.